Pesquisar este blog

sábado, 5 de novembro de 2011

Dilma considera realizar estudo para contemplar servidores

Deu na Folha de São Paulo ( jornal de extrema direita brasileiro) que a Dilma Roussef , nossa presidenta , é que tanto esforço nos esquerdista fizemos para elege-la e que só estava satisfazendo os abutres do P.I.G ( Partido da Imprensa Golpista) finalmente fará uma coisa importante no que tange o funcionalismo público.
Mas antes de falar sobre isto faremos um breve histórico sobre as mobilizações que tomaram conta do Brasil. Foram várias greves como a dos correios , puxada pela combativa CTB (ligada ao PCdoB) a os bancários e a dos servidores em educação (CONLUTAS) , movimento da qual apesar ne concordar totalmente com os trotskystas estive presente pois não sou trotskysta, não entendeu a piada, então você não sabe o que é um trotskysta, e isto é assunto para um outro artigo.
No momento em que pipocavam greves, ao invés de negociar o governo sugeriu o corte de ponto, queria saber os funicionários que estavam em estágio probatório e estavam de greve, se isso não for assédio moral camaradas, não sei o que é.
Enquanto dava as costas para os movimentos sociais e abria as pernas para a burguesia, Dilma caia na armadilha da elite que queria ela completamente isolada, para posteriormente passar-lhe a rasteira, mas felizmente , por intermédio de alguem ( ACREDITO SEJA O LULA) ela parece que voltou atrás e vai realizar estudo para sugerir mudanças e contemplar o funcionalismo federal com aumentos baseados no IPC.
A justificativa do jornal direitoso é que afastadas dos sindicatos , o governo poderia ser refém de greves o que atrapalharia sua força no apoio aos aliados, penso que eles estão sendo simplistas, pois o governo sabe que quem defenderá -o ,seram os aliados de primeira hora,por isso tem que aumentar os salários dos funcionários públicos, fazer uma reforma agrária, diminuir o defict de moradia além é claros dos 10 por cento pra educação e a emenda 29.
Tenho muita esperança que este governo , ainda pode ser um governo popular.

Nenhum comentário: